Oficina GRAFATÓRIO

Oficina de introdução à linguagem da cianotipia com o coletivo Foto (In)permanente — Karina Rampazzo, Edson Vieira e Eduardo Haguio durante a Feira Dobra promovido pelo espaço cultural Grafatório em 2019.
Foi feito um primeiro contato com a linguagem da cianotipia, os participantes foram iniciado nos conceitos básicos de preparação e produção da técnica, que é ao mesmo tempo simples e bastante expressiva. A dinâmica consistiu em uma experimentação prática e lúdica, para que cada participante desenvolva a autonomia em realizar seus próprios cianótipos em casa. Solicitamos aos participantes que trouxessem objetos diversos para a gravação por contato. Na cianotipia tudo é azul da cor do mar: não é só impressão!
O cianótipo é um processo inventado em 1842 por John Herschel, na Inglaterra. Herschel é um dos pioneiros da fotografia, responsável, por exemplo, pela adoção do hipossulfito de sódio como fixador da fotografia em prata, e pela nomenclatura “fotografia”, “instantâneo”, “negativo”. O cianótipo foi utilizado por Anna Atkins para a publicação do livro “Fotografias de Algas Britânicas”, de 1843 — considerado o primeiro livro fotográfico da história. 
Back to Top